﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>PLD &#8211; Smart Energia</title><atom:link href="https://smartenergia.com.br/category/pld/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>https://smartenergia.com.br</link><description>INTELIGÊNCIA DE MERCADO</description><lastBuildDate>Tue, 29 Sep 2026 17:15:15 +0000</lastBuildDate><language>pt-BR</language><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency><image><url>https://smartenergia.com.br/wp-content/uploads/2025/11/logose.png</url><title>PLD &#8211; Smart Energia</title><link>https://smartenergia.com.br</link><width>32</width><height>32</height></image> <item><title>Boven não paga MCP, avisa clientes e pode virar 1ª varejista desligada</title><link>https://smartenergia.com.br/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/</link><comments>https://smartenergia.com.br/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/#respond</comments><pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:15:40 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[CCEE]]></category><category><![CDATA[Energia]]></category><category><![CDATA[Mercado Livre]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Sem categoria]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9466</guid><description><![CDATA[<p>Após não conseguir pagar os valores devidos no mercado de curto prazo de energia no início deste mês, a Boven Comercializadora Varejista de Energia comunicou aos clientes que não conseguirá manter o fornecimento de energia a partir de abril. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) deliberou, nesta terça-feira, 17 de março, sobre o procedimento de monitoramento que poderá levar ao desligamento da comercializadora. Dados da CCEE mostram que a Boven deixou de liquidar... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/" title="Continue reading Boven não paga MCP, avisa clientes e pode virar 1ª varejista desligada">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/">Boven não paga MCP, avisa clientes e pode virar 1ª varejista desligada</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="139" data-end="562"><span style="color: #000000;">Após não conseguir pagar os valores devidos no mercado de curto prazo de energia no início deste mês, a Boven Comercializadora Varejista de Energia comunicou aos clientes que não conseguirá manter o fornecimento de energia a partir de abril. A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Câmara de Comercialização de Energia Elétrica</span></span> (CCEE) deliberou, nesta terça-feira, 17 de março, sobre o procedimento de monitoramento que poderá levar ao desligamento da comercializadora.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="564" data-end="787"><span style="color: #000000;">Dados da CCEE mostram que a Boven deixou de liquidar R$ 1,23 milhão no mercado de curto prazo (MCP) de janeiro, na liquidação concluída no início de março, e passou a integrar a lista de agentes inadimplentes da câmara.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="789" data-end="935"><span style="color: #000000;">Apesar do cenário, a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">MegaWhat</span></span> apurou que não houve pedido de recuperação judicial nem liminar suspendendo obrigações.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="937" data-end="1055"><span style="color: #000000;">A reportagem procurou a CCEE e a Boven, mas não obteve retorno até a publicação da matéria. O espaço permanece aberto.</span></p><h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Carta aos clientes da Boven</span></h3><p style="text-align: justify;" data-start="1090" data-end="1338"><span style="color: #000000;">Em carta enviada aos clientes, a Boven afirmou que não conseguirá manter o fornecimento de energia a partir de 1º de abril e orientou os consumidores a migrarem para outro fornecedor no mercado livre ou retornarem ao mercado cativo até 14 de abril.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="1340" data-end="1613"><span style="color: #000000;">A empresa atribui a crise a um cenário de forte instabilidade e restrição de liquidez desde 2024. Entre os fatores, cita a redução na oferta de energia por grandes geradoras (Axia Energia, Engie Brasil Energia e Copel), que teriam restringido vendas para comercializadoras.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="1615" data-end="1800"><span style="color: #000000;">Segundo a companhia, isso dificultou a estruturação de contratos com lastro e aumentou a exposição ao Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que permaneceu elevado nos últimos meses.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="1802" data-end="1964"><span style="color: #000000;">A Boven afirmou ainda que realizou aportes e tentou renegociar posições ao longo de 2025, mas não conseguiu comprar energia suficiente para honrar seus contratos.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="1966" data-end="2193"><span style="color: #000000;">“Soma-se a isso mudanças relevantes no modelo de precificação do mercado, amplamente debatidas entre os agentes, que contribuíram para a manutenção de preços em níveis significativamente elevados”, disse a empresa em carta.</span></p><h3 style="text-align: justify;" data-section-id="1a7pbqo" data-start="2195" data-end="2222"><span style="color: #000000;">Inadimplência em cadeia</span></h3><p style="text-align: justify;" data-start="2224" data-end="2413"><span style="color: #000000;">Conforme apuração da <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">MegaWhat</span></span>, a deterioração financeira da Boven está diretamente ligada à quebra de outras comercializadoras, que deixaram créditos em aberto.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="2415" data-end="2599"><span style="color: #000000;">Entre os casos estariam Gold Energia e o grupo Elétron, que entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro, com dívida de R$ 1,17 bilhão, incluindo R$ 334,8 milhões junto à CCEE.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="2601" data-end="2860"><span style="color: #000000;">Com a recuperação judicial das empresas, a Boven teria ficado exposta a essas contrapartes, acumulando valores relevantes a receber sem garantia. Sem esses contratos e com a alta recente dos preços de energia, o cenário evoluiu para uma “tempestade perfeita”.</span></p><h3 style="text-align: justify;" data-section-id="1bglbho" data-start="2862" data-end="2901"><span style="color: #000000;">Situação semelhante a 2021 na Boven</span></h3><p style="text-align: justify;" data-start="2903" data-end="3128"><span style="color: #000000;">A Boven Comercializadora passou por situação semelhante em 2021, quando comercializadoras como Argon, Brasil, Linkx e Vega não honraram contratos firmados em meio à pior crise hídrica do histórico e a preços altos de energia.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="3130" data-end="3374"><span style="color: #000000;">A Linkx Comercializadora de Energia reportou um total de dívida de R$ 139,862 milhões, no âmbito do pedido de recuperação judicial da empresa, no qual, das cinco comercializadoras com as maiores dívidas, a Boven tinha R$ 17,4 milhões a receber.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="3376" data-end="3562"><span style="color: #000000;">A empresa ainda figurou na lista da Argon, com R$ 11,7 milhões, e da Brasil Comercializadora, que alegou um prejuízo de R$ 18,4 milhões se tivesse que registrar seu contrato com a Boven.</span></p><p style="text-align: justify;" data-start="3376" data-end="3562"><a href="https://megawhat.uol.com.br/economia-e-politica/empresas/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/">Fonte: MegaWhat</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/">Boven não paga MCP, avisa clientes e pode virar 1ª varejista desligada</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/boven-nao-paga-mcp-avisa-clientes-e-pode-virar-1a-varejista-desligada/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Curtailment escala e preço da energia triplica impacto no setor</title><link>https://smartenergia.com.br/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor/</link><comments>https://smartenergia.com.br/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor/#respond</comments><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:49:26 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[ANEEL]]></category><category><![CDATA[Armazenamento de Energia]]></category><category><![CDATA[Energia Eólica]]></category><category><![CDATA[Energia Renovável]]></category><category><![CDATA[Geração distribuída]]></category><category><![CDATA[MMGD]]></category><category><![CDATA[ONS]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Projeção]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><category><![CDATA[SIN]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9463</guid><description><![CDATA[<p>O impacto dos cortes na geração de energia renovável no Brasil escalou no Brasil. Dados apresentados pela Volt Robotics indicam que os volumes de cortes dobraram em 2026 quando comparado a 2025. Entretanto, em termos financeiros o impacto é ainda maior, triplicou e a causa é o aumento do preço da energia na mesma base de comparação. Donato Filho afirmou que entre 1º de janeiro e 11 de março de 2025 foram registrados 5,2 milhões... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor/" title="Continue reading Curtailment escala e preço da energia triplica impacto no setor">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor/">Curtailment escala e preço da energia triplica impacto no setor</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p data-start="212" data-end="546">O impacto dos cortes na geração de energia renovável no Brasil escalou no Brasil. Dados apresentados pela Volt Robotics indicam que os volumes de cortes dobraram em 2026 quando comparado a 2025. Entretanto, em termos financeiros o impacto é ainda maior, triplicou e a causa é o aumento do preço da energia na mesma base de comparação.</p><p data-start="548" data-end="1132">Donato Filho afirmou que entre 1º de janeiro e 11 de março de 2025 foram registrados 5,2 milhões de MW médios cortados. No mesmo período de 2026, o volume foi de 4,1 milhões de MW médios. “Opa, podemos dizer que melhorou, mas não. Apesar de uma aparente melhora, no ano passado tivemos o efeito da queda do Linhão de Belo Monte”, lembrou o executivo em sua participação no 11º Encontro de Negócios ABEEólica. “Desconsiderando esse efeito, os cortes efetivamente dobraram, passando de 2 milhões para 4,1 milhões de MW médios”, apontou ele durante o painel que tratou sobre curtailment.</p><p data-start="1134" data-end="1478">Esse aumento no volume de energia aumentou em volume e em valores. Donato explicou que, enquanto o impacto econômico dos cortes no período analisado de 2025 foi de R$ 311 milhões, em 2026 esse valor saltou para R$ 905 milhões, impulsionado pelo aumento do preço do MWh. “Enquanto o volume em MWh dobrou, o impacto econômico triplicou”, pontuou.</p><h3 data-start="1480" data-end="1503">Impactos de médio prazo</h3><p data-start="1505" data-end="1756">Nesse sentido, Donato destacou os efeitos sociais e estruturais dessa crise. A falta de investimentos no setor afeta diretamente a cadeia produtiva, incluindo fabricantes, empregos e o desenvolvimento das regiões impactadas, especialmente no Nordeste.</p><p data-start="1758" data-end="2311">Além disso, avaliou que a perspectiva para os próximos anos também não é animadora. O executivo aponta que um alívio só deve ser sentido a partir de 2028 ou 2029. Isso porque é neste período que o país deverá ver a entrada de obras estruturantes para escoar a energia. No entanto, até lá, a tendência é de agravamento, especialmente devido à expansão da geração concentrada durante as manhãs, que intensifica os cortes por falta de carga. Por isso, defende que a Aneel defina a classificação dos cortes de forma mais clara para que haja previsibilidade.</p><h3 data-start="2313" data-end="2343">Consulta Pública na reta final</h3><p data-start="2345" data-end="2725">Nesse sentido, a diretora da Aneel, Agnes da Costa, relatora da Consulta Pública 45/2019 que está aberta na autarquia, disse que o voto estava sendo construído. Ela fez uma consulta à procuradoria para analisar as perspectivas de cortes de MMGD. Essa modalidade é apontada como uma das impulsionadoras da sobreoferta de energia e que tem levado aos cortes de geração centralizada.</p><p data-start="2727" data-end="2996">Aliás, essa questão da MMGD é uma das dúvidas legais que a diretora tinha sobre a possibilidade de cortar ou não essa modalidade. Em entrevista ao CanalEnergia, ela externou esse ponto como parte da Reportagem Especial sobre o assunto, publicada em 25 de abril de 2025.</p><p data-start="2998" data-end="3276">Recentemente, a AGU deu parecer favorável ao corte físico e não ao corte contábil por conta da necessidade de alterações legais. Por isso ela comentou que alterar legislação é uma ação que exige um “esforço hercúleo”, que em muitas vezes não se sabe o que sairá de uma nova lei.</p><p data-start="3278" data-end="3700">“Minha ideia é não atrasar mais, porque eu acho que a gente não vai ter a solução (…) mas eu acho que a gente tem que dar uma sinalização”, comentou, mas lembrando que a questão da MMGD é um fato e que não se pode proibir o consumidor de gerar sua própria energia. E ainda lembrou que a CP 45 trata apenas do corte de geração e dar a regulação para que o ONS organize seus cortes de geração, conforme a necessidade do SIN.</p><h3 data-start="3702" data-end="3713">Democrático</h3><p data-start="3715" data-end="4072">E por falar no ONS, o diretor Christiano Vieira da Silva defendeu que haja a modernização da forma de alocar o custo desses cortes. Ele lembrou que o operador não tem preferências por fontes. “Mas a gente entende que esse atributo para atender essa curva do pato está aumentando”, destacou. “A gente vê que o pato está engordando, está crescendo”, comparou.</p><p data-start="4074" data-end="4468">Por isso, defendeu que o país precisa de armazenamento, bateria para vale de carga, fontes controláveis para rampa e ainda de capacidade para ponta. Entretanto, concorda que não há a chamada “bala de prata” para todos esses desafios da operação. Entre as soluções, o sinal de preço e estruturas tarifárias são fundamentais para incentivar o consumidor e endereçar o consumo nos horários certos.</p><p data-start="4074" data-end="4468"><a href="https://www.canalenergia.com.br/noticias/53341735/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor">Fonte: CanalEnergia</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor/">Curtailment escala e preço da energia triplica impacto no setor</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/curtailment-escala-e-preco-da-energia-triplica-impacto-no-setor/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Preços de energia fecham a última semana com queda de até 24,5% na BBCE</title><link>https://smartenergia.com.br/precos-de-energia-fecham-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/</link><comments>https://smartenergia.com.br/precos-de-energia-fecham-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/#respond</comments><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 16:32:14 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[ACL]]></category><category><![CDATA[Energia]]></category><category><![CDATA[Mercado Livre]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Projeção]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9444</guid><description><![CDATA[<p>Os preços de energia negociados no EHUB, plataforma da BBCE, encerram a semana de 2 e 6 de março com forte retração, concentrada nos contratos mensais e trimestrais com entrega ao longo de 2026. O principal destaque da última semana foi o produto março, que recuou 24,48%, a R$ 421,09 por MWh e permaneceu como o mais negociado em tela. As transações da última semana também foram marcadas por quedas expressivas nos ativos maio (-20,04%),... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/precos-de-energia-fecham-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/" title="Continue reading Preços de energia fecham a última semana com queda de até 24,5% na BBCE">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/precos-de-energia-fecham-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/">Preços de energia fecham a última semana com queda de até 24,5% na BBCE</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os preços de energia negociados no EHUB, plataforma da BBCE, encerram a semana de 2 e 6 de março com forte retração, concentrada nos contratos mensais e trimestrais com entrega ao longo de 2026.</p><p style="text-align: justify;">O principal destaque da última semana foi o produto março, que recuou 24,48%, a R$ 421,09 por MWh e permaneceu como o mais negociado em tela.</p><p style="text-align: justify;">As transações da última semana também foram marcadas por quedas expressivas nos ativos maio (-20,04%), junho (-19,24%), no produto 2T2026 (-19%) e abril (-18,69%).</p><p style="text-align: justify;">No médio prazo, o produto convencional 2S2026 apresentou recuo de 11,88%, a R$ 317/MWh, e se manteve entre os ativos com mais liquidez (711 GWh).</p><h3 id="h-energia-incentivada-e-longo-prazo" style="text-align: justify;">Energia incentivada e longo prazo</h3><p style="text-align: justify;">Na energia incentivada, a maior variação também aconteceu nos contratos com entrega em março de 2026, com queda de 22,84% e fechamento a R$ 346,66/MWh. Em seguida, os contratos para 2T2026 variaram -17,54%, fechando a semana a R$ 323,44/MWh, e o 2S2026 com queda de 10,93%, encerrando a semana a R$ 345,66/MWh.</p><div><p style="text-align: justify;">No longo prazo, os contratos anuais mantiveram negociações ativas, com volumes distribuídos entre os vencimentos mais alongados.</p><p style="text-align: justify;">Na Safra SE, os preços recuaram de forma generalizada, com quedas entre 7,27% e 9,13%, refletindo ajuste mais intenso após as elevações observadas nas semanas anteriores.</p><h3 id="h-curva-forward" style="text-align: justify;"><strong>Curva Forward</strong></h3><p style="text-align: justify;">Todos esses dados são extraídos da BBCE Curva Forward, única referência de preços do mercado calculada com base em negócios reais transacionados na BBCE. Não é uma projeção, é uma sólida cotação de preços praticados pelas mãos de 200 empresas que operam na BBCE.</p><p style="text-align: justify;">A BBCE é o maior ambiente de negociação de energia do país e somente ano passado contribuiu à negociação de, aproximadamente, R$ 90 bilhões representativos de R$ 400 mil GWh.</p><p style="text-align: justify;">A BBCE Curva Forward está disponível para quem negocia nas plataformas da companhia ou pode ser assinada por meio de planos de informações diárias ou semanais.</p></div><p style="text-align: justify;"><a href="https://megawhat.uol.com.br/conteudo-de-marca/coluna-bbce/precos-de-energia-fecham-a-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/">Fontes: MegaWhat</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/precos-de-energia-fecham-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/">Preços de energia fecham a última semana com queda de até 24,5% na BBCE</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/precos-de-energia-fecham-ultima-semana-com-queda-de-ate-245-na-bbce/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Chuvas melhoram cenário, mas CMSE prepara setor para eventual redução de vazões</title><link>https://smartenergia.com.br/chuvas-melhoram-cenario-mas-cmse-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/</link><comments>https://smartenergia.com.br/chuvas-melhoram-cenario-mas-cmse-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/#respond</comments><pubDate>Thu, 12 Feb 2026 16:19:45 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[Agenda Setorial]]></category><category><![CDATA[ANEEL]]></category><category><![CDATA[Energia de Reserva]]></category><category><![CDATA[Legislação]]></category><category><![CDATA[MME]]></category><category><![CDATA[ONS]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Projeção]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><category><![CDATA[SIN]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9421</guid><description><![CDATA[<p>O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) aprovou nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, durante a 315ª reunião ordinária, a Agenda Estratégica Eletroenergética 2026, documento que organiza ações preventivas voltadas à segurança do suprimento ao longo do ano e já prevê medidas para gestão mais conservadora dos reservatórios, incluindo a possibilidade de novas reduções de vazão mínima na bacia do rio Paraná a partir de março. A aprovação ocorre em momento de acompanhamento das condições... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/chuvas-melhoram-cenario-mas-cmse-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/" title="Continue reading Chuvas melhoram cenário, mas CMSE prepara setor para eventual redução de vazões">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/chuvas-melhoram-cenario-mas-cmse-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/">Chuvas melhoram cenário, mas CMSE prepara setor para eventual redução de vazões</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="240" data-end="679">O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) aprovou nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, durante a 315ª reunião ordinária, a Agenda Estratégica Eletroenergética 2026, documento que organiza ações preventivas voltadas à segurança do suprimento ao longo do ano e já prevê medidas para gestão mais conservadora dos reservatórios, incluindo a possibilidade de novas reduções de vazão mínima na bacia do rio Paraná a partir de março.</p><p style="text-align: justify;" data-start="681" data-end="949">A aprovação ocorre em momento de acompanhamento das condições hidrológicas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que mantém atenção especial sobre os submercados Sul e Sudeste/Centro-Oeste diante de previsões de chuvas abaixo da média nas próximas semanas.</p><p style="text-align: justify;" data-start="951" data-end="1083">Conforme o plano de ação iniciado em janeiro, os agentes se movimentam para cumprir as diretrizes operativas delineadas pelo comitê.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1085" data-end="1319">Como antecipado pela MegaWhat, a CTG Brasil apresentou ao Ibama plano técnico para reduzir, em caráter excepcional, a vazão defluente da UHE Jupiá de 3.300 m³/s para 2.300 m³/s a partir de 1º de março, logo após o término da piracema.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1321" data-end="1485">O documento apresentado pela CTG prevê vigência até 31 de outubro de 2026, condicionada à programação do ONS, e inclui medidas de monitoramento ambiental a jusante.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1487" data-end="1651">O plano técnico da companhia atende às orientações do CMSE para que os agentes estejam preparados caso os reservatórios entrem em níveis críticos a partir de março.</p><h3 data-start="1653" data-end="1694"><strong data-start="1653" data-end="1694">Chuvas melhoram, mas déficit persiste</strong></h3><p style="text-align: justify;" data-start="1696" data-end="2052">O Ministério de Minas e Energia destacou que houve melhora nas condições meteorológicas desde janeiro, com episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) favorecendo precipitações nas regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste. Ainda assim, o volume não foi suficiente para recuperar o déficit pluviométrico acumulado em importantes bacias geradoras.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2054" data-end="2374">Em janeiro, a Energia Natural Afluente (ENA) permaneceu abaixo da média histórica em todos os subsistemas, atingindo 63% da Média de Longo Termo (MLT) no SIN. Ao final do mês, os níveis de armazenamento chegaram a 47% no Sudeste/Centro-Oeste, 59% no Sul, 54% no Nordeste e 59% no Norte, cerca de 50% no sistema nacional.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2376" data-end="2591">Previsões apresentadas pelo Cemaden durante a reunião do comitê indicam continuidade de chuvas, porém com volumes abaixo da média nas principais bacias geradoras nas próximas semanas, reforçando a cautela operativa.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2593" data-end="2826">O ONS informou que seguirá monitorando a evolução do período chuvoso e das condições de armazenamento, com foco na estratégia de redução da inflexibilidade hidráulica do SIN, medida voltada à recuperação dos níveis dos reservatórios.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2828" data-end="2984">As projeções hidroenergéticas para fevereiro indicam ENA entre 75% e 58% da MLT no SIN, dependendo do cenário, com armazenamento variando entre 55,9% e 50%.</p><h3 data-start="2986" data-end="3043"><strong data-start="2986" data-end="3043">Estudos sobre aversão ao risco vão à consulta pública</strong></h3><p style="text-align: justify;" data-start="3045" data-end="3395">O CMSE também aprovou estudos sobre o nível de aversão ao risco dos modelos computacionais do setor elétrico, desenvolvidos pelo Comitê Técnico PMO/PLD em cumprimento à Resolução nº 1/2025. Foram analisados diferentes pares do parâmetro CVaR, entre 15,30 e 15,50, com base na Curva Referencial de Armazenamento (CRef) 2026 e em análise multicritério.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3397" data-end="3618">Segundo o MME, o material seguirá para consulta pública ainda em fevereiro, acompanhada de workshop técnico previsto para o dia 25, com aplicação dos novos parâmetros prevista para a primeira semana operativa de 2027.</p><h3 data-start="3620" data-end="3660"><strong data-start="3620" data-end="3660">Expansão, comercialização e operação</strong></h3><p style="text-align: justify;" data-start="3662" data-end="3849">Na expansão do SIN, janeiro registrou acréscimo de 924 MW de capacidade instalada de geração centralizada, além de 4,7 km de linhas de transmissão e 86 MVA de capacidade de transformação.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3851" data-end="3988">Entraram em operação a PCH Pedrinha (14 MW), a UTE Pagrisa (20 MW), o Complexo São Claus (99,9 MW) e o Complexo UFV Draco Solar (409 MW).</p><p style="text-align: justify;" data-start="3990" data-end="4301">Na comercialização, a CCEE informou que a liquidação financeira do Mercado de Curto Prazo (MCP) de dezembro de 2025 totalizou R$ 3,32 bilhões, com R$ 2,98 bilhões liquidados (89,68%). Permaneceram inadimplidos R$ 342,75 milhões, enquanto R$ 518,39 milhões foram destinados à Conta de Energia de Reserva (Coner).</p><p style="text-align: justify;" data-start="4303" data-end="4512">O comitê informou que não houve exportação hidrelétrica no período recente. Já as exportações termelétricas somaram 39 MW médios em dezembro e 151 MW médios em janeiro, destinadas majoritariamente à Argentina.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4303" data-end="4512"><a href="https://megawhat.uol.com.br/planejamento/chuvas-melhoram-cenario-mas-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/">Fonte: MegaWhat</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/chuvas-melhoram-cenario-mas-cmse-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/">Chuvas melhoram cenário, mas CMSE prepara setor para eventual redução de vazões</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/chuvas-melhoram-cenario-mas-cmse-prepara-setor-para-eventual-reducao-de-vazoes/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>PLD no teto contrasta com bandeira verde e reforça debate sobre operação</title><link>https://smartenergia.com.br/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/</link><comments>https://smartenergia.com.br/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/#respond</comments><pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:14:33 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[ACL]]></category><category><![CDATA[Bandeiras]]></category><category><![CDATA[CCEE]]></category><category><![CDATA[Clima]]></category><category><![CDATA[Energia]]></category><category><![CDATA[Mercado Livre]]></category><category><![CDATA[ONS]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><category><![CDATA[SIN]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9409</guid><description><![CDATA[<p>A disparada dos preços de energia elétrica voltou ao centro das mesas de operação nesta quarta-feira, 4 de fevereiro. O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) atinge o teto regulatório de R$ 1.557/MWh em diferentes submercados e patamares de carga, em um movimento que contrasta com a recente adoção da bandeira tarifária verde para fevereiro, sem custo adicional para o consumidor cativo. O descompasso entre a bandeira verde e a realidade de curto prazo reforça... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/" title="Continue reading PLD no teto contrasta com bandeira verde e reforça debate sobre operação">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/">PLD no teto contrasta com bandeira verde e reforça debate sobre operação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="163" data-end="554">A disparada dos preços de energia elétrica voltou ao centro das mesas de operação nesta quarta-feira, 4 de fevereiro. O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) atinge o teto regulatório de R$ 1.557/MWh em diferentes submercados e patamares de carga, em um movimento que contrasta com a recente adoção da bandeira tarifária verde para fevereiro, sem custo adicional para o consumidor cativo.</p><p style="text-align: justify;" data-start="556" data-end="777">O descompasso entre a bandeira verde e a realidade de curto prazo reforça críticas recorrentes aos modelos de formação de preço e aos sinais percebidos pelo consumidor final em comparação com o custo marginal da operação.</p><p style="text-align: justify;" data-start="779" data-end="957">A volatilidade pressiona diretamente agentes do mercado livre, sobretudo comercializadoras e consumidores que estavam descobertos ou projetavam preços mais baixos para fevereiro.</p><p style="text-align: justify;" data-start="959" data-end="1156">A chegada do PLD ao teto regulatório reduz a liquidez e eleva o risco de crédito entre contrapartes, em um ambiente que já vinha sensível após episódios recentes de estresse financeiro no segmento.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1158" data-end="1437">Apesar do sinal tarifário positivo para o consumidor final, os dados operacionais indicam forte pressão no curtíssimo prazo. O preço médio para esta quarta-feira gira em torno de R$ 540/MWh, mas com picos expressivos ao longo do dia, refletindo uma operação mais cara do sistema.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1439" data-end="1616">O Custo Marginal de Operação (CMO), indicador-chave da formação do preço, deve bater o pico de até R$ 4.800/MWh, conforme informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).</p><p style="text-align: justify;" data-start="1618" data-end="1780">O CMO representa o custo para produzir o próximo MWh necessário para atender à demanda do SIN, refletindo o valor de produção da usina mais cara a ser despachada.</p><h3 style="text-align: left;" data-start="1782" data-end="1814">Picos concentrados no fim do dia</h3><p style="text-align: justify;" data-start="1816" data-end="2145">Os dados do Preço Horário do Dia, informados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram um comportamento quase que estável ao longo da madrugada e da manhã, com valores próximos da média de cerca de R$ 540/MWh nos quatro submercados. A partir do fim da tarde, no entanto, observa-se uma inflexão acentuada.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2147" data-end="2320">Nos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul, os preços começam a subir a partir das 18h e alcançam o teto regulatório próximo das 20h e 21h, quando o PLD supera R$ 1.500/MWh.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2322" data-end="2579">Movimento semelhante ocorre no Nordeste e no Norte, com valores também encostando no limite máximo no início da noite. Após o pico, os preços recuam gradualmente nas últimas horas do dia, mas permanecem em patamares elevados em relação ao início do período.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2581" data-end="2731">A variação relativamente próxima entre os submercados aponta para fatores estruturais da operação e do balanço energético no horário de maior consumo.</p><h3 style="text-align: left;" data-start="2733" data-end="2763">CMO elevado e despacho térmico</h3><p style="text-align: justify;" data-start="2765" data-end="3154">A escalada dos preços está diretamente ligada à deterioração das expectativas hidrológicas e à operação mais conservadora do sistema. Modelos de formação de preço, como o Decomp, passaram a refletir uma piora nas previsões de afluências para o restante do período úmido, enquanto o ONS intensificou a estratégia de preservação dos reservatórios diante de um verão mais seco que o esperado.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3156" data-end="3354">Em nota divulgada ontem, o operador destacou que a carga bruta tende a crescer nesta quarta-feira impulsionada pelas altas temperaturas, ao mesmo tempo em que deve ocorrer redução da geração eólica.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3356" data-end="3547">A combinação, segundo o ONS, elevou a necessidade de despacho de usinas térmicas mais caras, especialmente no fim do dia, quando a geração solar deixa de contribuir e a demanda segue elevada.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3549" data-end="3721">O aumento do CMO sinaliza o cenário em que o sistema precisa recorrer a fontes mais onerosas para garantir o atendimento da carga e preservar a segurança energética futura.</p><h3 style="text-align: left;" data-start="3723" data-end="3744">Expectativa pelo CMSE</h3><p style="text-align: justify;" data-start="3746" data-end="4066">Diante do cenário, o foco do mercado se volta para a próxima reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), prevista para a próxima semana. O colegiado deve discutir se mantém a estratégia de preservação hídrica e despacho térmico intensivo ou se haverá alguma medida para suavizar a trajetória dos preços.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4068" data-end="4215">Na reunião anterior, em janeiro, o tema da escassez hídrica já havia ganhado destaque, incluindo debates sobre ajustes operativos em hidrelétricas.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4217" data-end="4427">Para analistas e agentes com quem a MegaWhat conversou, o comportamento recente do PLD pode antecipar novas discussões sobre segurança energética e sobre o equilíbrio entre custo e risco na operação do sistema.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4429" data-end="4645">Se o padrão de volatilidade se repetir, cresce a preocupação com impactos financeiros sobre comercializadoras e consumidores livres, ampliando a pressão sobre a governança do mercado e sobre as decisões operacionais.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4429" data-end="4645"><a href="https://megawhat.uol.com.br/politica-energetica/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/">Fonte: MegaWhat</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/">PLD no teto contrasta com bandeira verde e reforça debate sobre operação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/pld-no-teto-contrasta-com-bandeira-verde-e-reforca-debate-sobre-operacao/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Sem liquidez, BID renegocia com credores e reduz operação</title><link>https://smartenergia.com.br/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/</link><comments>https://smartenergia.com.br/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/#respond</comments><pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:51:40 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[ACL]]></category><category><![CDATA[CCEE]]></category><category><![CDATA[Energia]]></category><category><![CDATA[Mercado Livre]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9400</guid><description><![CDATA[<p>A BID Comercializadora de Energia Elétrica iniciou, no fim de dezembro, um processo de negociação individual com credores e clientes após perder liquidez para honrar integralmente contratos no mercado livre. Em carta enviada às contrapartes, a empresa afirma que eventos “imprevisíveis e alheios à sua vontade” inviabilizaram a manutenção das condições originalmente pactuadas e propõe rescisões amigáveis ou repactuação de preços. Segundo o sócio-fundador da BID, Leandro Parizotto, a companhia enfrenta dificuldades para recompor posições... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/" title="Continue reading Sem liquidez, BID renegocia com credores e reduz operação">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/">Sem liquidez, BID renegocia com credores e reduz operação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" data-start="205" data-end="412">A BID Comercializadora de Energia Elétrica iniciou, no fim de dezembro, um processo de negociação individual com credores e clientes após perder liquidez para honrar integralmente contratos no mercado livre.</p><p style="text-align: justify;" data-start="414" data-end="637">Em carta enviada às contrapartes, a empresa afirma que eventos “imprevisíveis e alheios à sua vontade” inviabilizaram a manutenção das condições originalmente pactuadas e propõe rescisões amigáveis ou repactuação de preços.</p><p style="text-align: justify;" data-start="639" data-end="963">Segundo o sócio-fundador da BID, Leandro Parizotto, a companhia enfrenta dificuldades para recompor posições desde o segundo semestre de 2024, em meio à disparada do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e ao processo de quebra de comercializadoras, como Mill, Máxima, Gold, América e, mais recentemente, o grupo Elétron.</p><p style="text-align: justify;" data-start="965" data-end="1125">Esse movimento teria forçado compras no curto prazo a valores até quatro vezes superiores aos contratos originais, pressionando o caixa e eliminando a liquidez.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1127" data-end="1412">A exposição hoje em negociação gira em torno de 5 MW médios, com impacto financeiro estimado entre R$ 5 milhões e R$ 6 milhões. “Não é um volume que cause problema sistêmico, mas retirou a liquidez necessária para manter todos os compromissos nas bases originais”, afirmou o executivo.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1414" data-end="1768">A BID diz já ter renegociado mais da metade dos contratos afetados, em alguns casos com a transferência de consumidores para outras comercializadoras varejistas. Entre comercializadoras, há cerca de cinco contrapartes envolvidas, com duas negociações encaminhadas. Até o momento, segundo a empresa, não há ações judiciais movidas por consumidores finais.</p><p style="text-align: justify;" data-start="1770" data-end="2013">Na avaliação de Leandro Parizotto, o estresse recente tem menos relação com preço e mais com a restrição de crédito no mercado. “Houve momentos em que, mesmo querendo zerar posição, não havia quem vendesse energia. O mercado se fechou”, disse.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2015" data-end="2226">Ele sustenta que a BID sempre operou com posições casadas e sem apostas direcionais em PLD, mas que, a partir de setembro de 2025, passou a não conseguir recompor contratos diante do ambiente de aversão a risco.</p><h3 style="text-align: left;" data-start="2228" data-end="2275">Reinício gradual e sem recuperação judicial</h3><p style="text-align: justify;" data-start="2277" data-end="2494">Apesar das negociações em curso, a BID descarta, por ora, recorrer à recuperação judicial. A estratégia é concluir acordos bilaterais e reduzir significativamente o porte da operação, com retomada gradual dos volumes.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2496" data-end="2695">“O plano é reiniciar praticamente do zero, como no primeiro mês de liquidação da empresa, com cerca de 5 MW médios, e avançar conforme houver liquidez e crédito no mercado”, afirmou o sócio-fundador.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2697" data-end="2889">A comercializadora pretende manter as atividades de gestão e serviços para consumidores no mercado livre, priorizando a recomposição de caixa e a reconstrução de confiança com as contrapartes.</p><p style="text-align: justify;" data-start="2891" data-end="3010">A empresa não possui débitos na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), com liquidações e aportes em dia.</p><h3 style="text-align: left;" data-start="3012" data-end="3053">CCEE coloca BID em operação assistida</h3><p style="text-align: justify;" data-start="3055" data-end="3252">Procurada, a CCEE informou que a BID está sob regime de operação assistida, conforme deliberação tornada pública na reunião nº 1.478 do Conselho de Administração, realizada em 19 de agosto de 2025.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3254" data-end="3494">Em nota, a câmara afirmou que “monitora de forma contínua e isonômica as operações dos agentes, conforme a legislação e a regulação aplicáveis”, e que aprimora continuamente suas metodologias de monitoramento conforme a evolução do cenário.</p><p style="text-align: justify;" data-start="3496" data-end="3754">Pelo regime de operação assistida, o agente só pode realizar novos registros, ajustes e validações de contratos mediante solicitação e autorização da CCEE, que verifica previamente os balanços energéticos para evitar riscos e preservar a liquidez do mercado.</p><h3 style="text-align: left;" data-start="3756" data-end="3792">Preços altos e liquidez restrita</h3><p style="text-align: justify;" data-start="3794" data-end="4128">O caso da BID ocorre em um ambiente de preços pressionados e maior seletividade de crédito entre agentes. O pedido de recuperação judicial do grupo Elétron, com passivo de R$ 1,17 bilhão, elevou a percepção de risco e reforçou o foco do mercado na saúde financeira dos players, mais do que em preocupações imediatas com abastecimento.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4130" data-end="4469">Com o PLD elevado, reservatórios em níveis mais baixos e maior despacho térmico, agentes relatam redução do apetite a risco. A adoção de parâmetros mais conservadores nos modelos, como CVaR mais alto, e a maior dispersão de cenários hidrológicos têm dificultado a formação de preço e levado as mesas de trading a operar com baixa liquidez.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4471" data-end="4776">Além disso, parte relevante do capital do setor foi direcionada, nos últimos anos, a projetos renováveis e à geração distribuída, hoje pressionados por desafios como curtailment e dificuldade de encontrar contraparte para a venda de excedentes, o que reduz a disponibilidade de caixa para novas operações.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4778" data-end="4973">Nesse ambiente, agentes veem espaço para um novo ciclo de consolidação, com ativos mudando de mãos e empresas buscando escala e robustez financeira para atravessar períodos de maior volatilidade.</p><p style="text-align: justify;" data-start="4975" data-end="5112">Para a BID, a prioridade agora é atravessar o ajuste preservando relações comerciais e, gradualmente, retomar operações em bases menores.</p><p style="text-align: left;" data-start="4975" data-end="5112"><a href="https://megawhat.uol.com.br/mercado-livre/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/">Fonte: MegaWhat</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/">Sem liquidez, BID renegocia com credores e reduz operação</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/sem-liquidez-bid-renegocia-com-credores-e-reduz-operacao/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Elétron entra em recuperação judicial e acende alerta no mercado livre</title><link>https://smartenergia.com.br/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/</link><comments>https://smartenergia.com.br/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/#respond</comments><pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:05:08 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[CCEE]]></category><category><![CDATA[Energia]]></category><category><![CDATA[Legislação]]></category><category><![CDATA[Mercado Livre]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9394</guid><description><![CDATA[<p>O grupo Elétron protocolou nesta quinta-feira, 22 de janeiro, um pedido de tutela de urgência de recuperação judicial, alegando impactos decorrentes da mudança no método de formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e de um cenário considerado atípico e imprevisível de curtailment. O valor da causa é de R$ 1,17 bilhão, com prazo improrrogável de 60 dias para a apresentação do plano de recuperação. No pedido, a empresa solicitou a suspensão da exigibilidade... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/" title="Continue reading Elétron entra em recuperação judicial e acende alerta no mercado livre">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/">Elétron entra em recuperação judicial e acende alerta no mercado livre</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p data-start="263" data-end="679">O grupo Elétron protocolou nesta quinta-feira, 22 de janeiro, um pedido de tutela de urgência de recuperação judicial, alegando impactos decorrentes da mudança no método de formação do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e de um cenário considerado atípico e imprevisível de <em data-start="547" data-end="560">curtailment</em>. O valor da causa é de R$ 1,17 bilhão, com prazo improrrogável de 60 dias para a apresentação do plano de recuperação.</p><p data-start="681" data-end="1081">No pedido, a empresa solicitou a suspensão da exigibilidade de todas as suas obrigações perante os credores, incluindo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Também requereu que a CCEE se abstenha de adotar medidas punitivas, mantenha a vigência dos contratos de compra e venda de energia e suspenda a eficácia de cláusulas de vencimento antecipado, rescisão ou aplicação de sanções.</p><p data-start="1083" data-end="1329">O grupo atua nos segmentos de comercialização e geração de energia solar fotovoltaica. Segundo a companhia, cerca de 35% de seus contratos têm prazo superior a quatro anos, com volume negociado superior a 2 GW de energia por mês no mercado livre.</p><p data-start="1331" data-end="1855">Entre os credores estão a CCEE, com saldo devedor de R$ 334,8 milhões, além dos bancos BTG Pactual (R$ 53 milhões relacionados a contratos de energia), Bradesco (R$ 31 milhões em financiamentos), Banco do Nordeste (R$ 109 milhões em financiamentos) e ABC Brasil (R$ 176 milhões em financiamentos). Também figuram como credoras empresas do setor elétrico, como Kroma Comercializadora de Energia, Auren Operações, Belo Monte Transmissora de Energia, Cemig, Energisa, Vix, Sirius, Paraty Energia e Serena Geração, entre outras.</p><p data-start="1857" data-end="2202">No pedido judicial, o grupo afirma enfrentar uma crise econômico-financeira que resultou em queda relevante de receitas e comprometimento progressivo do fluxo de caixa, culminando na solicitação de recuperação judicial. Ainda assim, sustenta que possui viabilidade para reestruturação e condições de superar as dificuldades de forma transitória.</p><h3 data-start="2204" data-end="2243">Problemas com o PLD e <em data-start="2230" data-end="2243">curtailment</em></h3><p data-start="2245" data-end="2700">A Ecel Elétron Comercializadora de Energia é apontada como a principal responsável pela geração de caixa do grupo e mantém contratos exclusivamente no ambiente de contratação livre. De acordo com a empresa, a implementação, em janeiro de 2025, do modelo Newave Híbrido na operação do sistema elétrico e na formação do PLD confirmou projeções negativas, com oscilações de preços muito diferentes dos padrões históricos e elevação significativa dos valores.</p><p data-start="2702" data-end="3115">Segundo a companhia, o novo modelo levou agentes com déficit de energia para entrega a liquidarem suas posições financeiras a preços considerados elevados e desconectados da realidade do mercado. Paralelamente, o grupo destacou o aumento dos cortes de geração no país, o que afetou um dos principais contratos de compra de energia da subsidiária Elétron, gerando redução mensal de volumes e prejuízos financeiros.</p><p data-start="3117" data-end="3430">As usinas da Elétron Power também teriam sido impactadas por restrições de geração, reduzindo a disponibilidade de energia própria para comercialização. Além disso, a Ecel mantém relacionamento com o mercado cativo, cujos parceiros vêm sofrendo reduções relevantes de produção em função das restrições operativas.</p><h3 data-start="3432" data-end="3449">Saldo na CCEE</h3><p data-start="3451" data-end="3778">A empresa também comentou sobre as garantias financeiras exigidas pela CCEE, que buscam assegurar o cumprimento das obrigações no Mercado de Curto Prazo (MCP). Quando um agente comercializa mais energia do que adquire, ele passa a estar exposto ao PLD e, por isso, deve aportar garantias suficientes para cobrir essa exposição.</p><p data-start="3780" data-end="4158">Na ausência desse aporte, a CCEE procede ao ajuste compulsório dos contratos de venda do agente inadimplente, reduzindo os volumes registrados à proporção da energia efetivamente comprada. Na prática, a falta de garantias pode resultar na redução parcial ou até na suspensão integral dos contratos, com impactos que se estendem ao agente inadimplente e às suas contrapartes.</p><p data-start="4160" data-end="4529">Dessa forma, o grupo informou ainda que o saldo em aberto junto à CCEE deve repercutir no processo de contabilização e liquidação de contratos, com redução compulsória da energia entregue às contrapartes, clientes consumidores de energia, criando um cenário de inadimplemento contratual. Segundo a empresa, esse processo ocorreria nesta quinta-feira, 22 de janeiro.</p><p data-start="4531" data-end="4979">A companhia afirma que havia ajuizado anteriormente uma cautelar antecedente de mediação, deferida pelo Judiciário, para controlar a situação de crise e evitar o pedido de recuperação judicial. No entanto, alega que a CCEE, com base na Resolução nº 957/2021, promoveu a retirada de energia de dezenas de contrapartes das empresas para realocação em favor exclusivo do BTG Pactual. O banco aparece na lista de credores com um valor de R$ 53 milhões.</p><p data-start="4981" data-end="5448">“Tal conduta não apenas violou frontalmente a ordem judicial vigente, como também produziu efeitos novos, autônomos e supervenientes, com repercussão imediata nas liquidações, na constituição de garantias e na exposição financeira das empresas no mercado de curto prazo. Assim, o descumprimento da tutela liminar pela CCEE e pelo BTG constitui, indubitavelmente, uma das principais causas determinantes da crise econômico-financeira ora apresentada”, alega a empresa.</p><p><a href="https://megawhat.uol.com.br/mercado-livre/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/">Fonte: MegaWhat</a></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/">Elétron entra em recuperação judicial e acende alerta no mercado livre</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/eletron-entra-em-recuperacao-judicial-e-acende-alerta-no-mercado-livre/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Modelo mais sensível acelera volatilidade de preços em 2025</title><link>https://smartenergia.com.br/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025/</link><comments>https://smartenergia.com.br/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025/#respond</comments><pubDate>Mon, 14 Apr 2025 21:44:10 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[Bandeiras]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Projeção]]></category><category><![CDATA[Setor Elétrico]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9075</guid><description><![CDATA[<p>Mudança de parâmetros do CVar tem levado a respostas mais exageradas a cada mudança de cenário hídrico e perspectiva é de que preços continuem flutuando conforme eventos de chuvas ocorram A volatilidade dos preços da energia este ano deverá ser uma constante ao longo de 2025. Esse é o resultado de parâmetros do CVaR mais sensíveis quando comparados ao que estava vigente até o final do ano passado. Como consequência também deverá influenciar no acionamento... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025/" title="Continue reading Modelo mais sensível acelera volatilidade de preços em 2025">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025/">Modelo mais sensível acelera volatilidade de preços em 2025</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mudança de parâmetros do CVar tem levado a respostas mais exageradas a cada mudança de cenário hídrico e perspectiva é de que preços continuem flutuando conforme eventos de chuvas ocorram</p><div class="pt-6 font-normal text-base leading-[1.8rem] text-neutral-700 lg:pt-4"><p style="text-align: justify;">A volatilidade dos preços da energia este ano deverá ser uma constante ao longo de 2025. Esse é o resultado de parâmetros do CVaR mais sensíveis quando comparados ao que estava vigente até o final do ano passado. Como consequência também deverá influenciar no acionamento das bandeiras tarifárias, começando com a amarela já em maio. Essa instabilidade já está no radar de empresas e até da Abraceel que solicitou uma consulta pública para rever os parâmetros vigentes para este ano.</p><p style="text-align: justify;">Desde meados do ano passado o setor já sabia que os novos parâmetros para o modelo de aversão ao risco seria a combinação 15/40, ante a 25/35 para o alfa e lambda. Esses índices funcionam como se o modelo colocasse uma lupa e exacerbasse a análise sobre os 15% dos eventos extremos e aplicasse peso maior. Renato Mendes, gerente de Inteligência de Mercado da Ultragaz Comercializadora de Energia, explica que essa mudança colocou mais peso sobre os cenários mais extremos.</p><p style="text-align: justify;">Segundo estudo que ele fez, os resultados combinando o Newave híbrido e a calibração do CVaR mostram um modelo mais sensível e que tende a aumentar de forma mais intensa o valor da energia elétrica ao passo que se verifica alterações das vazões. O resultado dos estudos, explica ele, deve ser consequência dessa calibração que deixa dos 25% para 15%.</p><p style="text-align: justify;">Mendes destaca que o período de testes para essa nova calibração no newave híbrido pode ter sido reduzido. Agora tem mostrado um nível de risco maior com esses índices que passaram a valer em janeiro e representaram a última revisão da CPAMP, que deixou de existir oficialmente.</p><p style="text-align: justify;">“Estamos em uma tempestade perfeita, mas sem água, pois vivemos um bimestre mais seco que o normal em fevereiro e março. Sem a falta de água, os valores ficam mais comportados, mas o que temos visto é uma resposta mais exacerbada, reflexo do nível de risco mais elevado”, aponta.</p><p style="text-align: justify;">Com um cenário de respostas mais exageradas quando houver alguma variação mais abrupta de vazões a incerteza aumenta, ainda mais diante de um período de neutralidade quanto a fenômenos climáticos como o que temos passado agora após um La Niña mais brando.</p><p style="text-align: justify;">Fred Menezes, diretor-executivo da Armor Energia, lembra que as perspectivas para o ano começaram positivas com o período úmido iniciando até mais cedo do que o normal. Inclusive, ele acredita que a partir de maio a situação de valores de energia mude e chegue até mesmo ao acionamento da bandeira amarela com possibilidade de vermelha em junho.</p><p style="text-align: justify;">Ele aponta que esse comportamento dos preços da energia devem-se às já citadas mudanças no CVAR e no Newave híbrido. Segundo sua análise, essas alterações aumentaram a sensibilidade do modelo, tornando-o mais conservador quanto aos preços.</p><p style="text-align: justify;">“No ano passado, o CVAR era diferente, com aqueles parâmetros o modelo entenderia um pouco mais demorada essa questão do estresse hídrico, agora, com os níveis adotados em 2025, a aversão aumentou elevando as probabilidade de preços maiores”, aponta. “Agora o modelo manda acionar as térmicas mais rápido. A implicação é que o reservatório não segura mais os preços no piso como vimos no ano passado”, afirmou.</p><p style="text-align: justify;">Em sua avaliação as bandeiras tarifárias deverão ser pressionadas até a retomada do período úmido na temporada 2025/2026. Apesar de admitir que poderão ocorrer anomalias, a volatilidade do modelo deverá responder de forma mais exagerada aos sinais. Em geral, o preço da energia no mercado deverá ficar na faixa de R$ 380 por MWh no segundo semestre e em julho deverão ficar equacionados entre todos os submercados do país, fator que não vem ocorrendo desde fevereiro.</p><p style="text-align: justify;">De acordo com Pedro Vidal, diretor de comercialização da Light Com, a fotografia do momento indica que os preços poderão chegar à casa de R$ 400 por MWh, caso o período seco seja mais severo nos primeiros meses.</p><p style="text-align: justify;">“Para o segundo semestre que a gente tem visto que os preços estão girando em torno de R$ 300 a R$ 350, hoje a gente tem uma sobra de energia ainda para o período, então há essa expectativa do preço ainda subir um pouco mais”, destacou o executivo. “Nossa visão hoje é que possamos ver novos picos, o modelo está muito avesso a risco, se a gente, por exemplo, tiver um início de período seco agora, abril, maio, com pouca chuva no sul, por exemplo, o modelo dispara, então é possível sim que a gente tenha, por exemplo, em agosto ou setembro, preços mais elevados que a gente está vendo agora. Por enquanto, é R$ 350,00, nessa faixa”, analisou.</p><p style="text-align: justify;">Ele explica que a empresa vem indicando para os seus clientes que é hora de tentar antecipar a compra de energia para se prevenir um pouco dessa volatilidade. Os consumidores precisam evitar ficar descontratados, porque com esses novos parâmetros do CVaR, o modelo está realmente mais avesso a risco. “Se ficar de duas a três semanas sem chover o preço sobe muito rápido”, resumiu.</p><p style="text-align: justify;">Esse cenário de alta volatilidade levou a Abraceel a enviar carta ao MME solicitando a abertura de uma nova consulta pública para discutir possíveis alterações nos parâmetros do CVaR. A meta é a de debater, com a devida antecedência, novos parâmetros de aversão ao risco ao longo do primeiro semestre e que uma eventual recalibragem possam entrar em vigor em 2026.</p><p style="text-align: justify;">A associação destaca que o aprimoramento dos modelos de formação de preços é tema prioritário para os agentes do setor, uma vez que o sinal de preços é o principal indutor da eficiência econômica e da otimização da operação do sistema.</p><blockquote><p>“Estamos indicando para os nossos clientes que é hora de tentar antecipar a compra de energia para se prevenir um pouco dessa volatilidade”, Pedro Vidal, da Light Com</p></blockquote><p style="text-align: justify;">No documento, a Abraceel também defende a definição de critérios objetivos e transparentes para orientar futuras revisões dos parâmetros de risco, assegurando coerência, previsibilidade e solidez técnica às decisões do setor elétrico.</p><p style="text-align: justify;">A entidade lembra que o CMSE aprovou na última reunião ordinária, em 9 de abril, abertura de Consulta Pública, por 15 dias, mas para debater a definição dos critérios, ritos e prazos próprios para avaliação e aprovação de alterações no nível de aversão ao risco a ser adotado nos modelos computacionais utilizados, inclusive quanto às referências a serem consideradas para a caracterização de alteração ou manutenção do nível de aversão ao risco.</p><p style="text-align: justify;">Eduardo Rossetti, diretor de Produtos e Marketing da BBCE, diz que dentro da plataforma ainda não foi possível identificar algum movimento de reposicionamento por parte de comercializadoras como ocorreu quando o PLD estava deixando o piso na virada de 2023 para 2024. Contudo, esse momento ainda pode ser um reflexo da situação de estresse vivenciado por conta do risco de inadimplência que tomou o setor. Ele lembra que ainda há restrição de crédito apesar da liquidez ter retornado.</p><p style="text-align: justify;">Ele explica que os valores para o produto entregue em abril apresentaram um salto a partir de 2025. Ao final do ano passado estavam em R$ 98,51 e no dia 28 de fevereiro estavam em R$ 251,64 por MWh. Outro exemplo citado por ele foi a energia para o ano de 2026 que em março de 2024 estava cotada a R$ 151,49 e em 31 de março deste ano já apresentava o patamar bem mais elevado, a R$ 233,89 por MWh.</p><p style="text-align: justify;">Contudo, nas primeiras semanas de abril, os valores apresentavam direções diferenciadas, dependendo do prazo, conforme a tabela abaixo.</p><p style="text-align: center;"><a href="https://drudu6g9smo13.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/04/precocEnergiaBBCE.png"><img class="wp-image-53308556 size-full aligncenter" src="https://drudu6g9smo13.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/04/precocEnergiaBBCE.png" sizes="(max-width: 495px) 100vw, 495px" srcset="https://drudu6g9smo13.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/04/precocEnergiaBBCE.png 495w, https://drudu6g9smo13.cloudfront.net/wp-content/uploads/2025/04/precocEnergiaBBCE-300x163.png 300w" alt="" width="495" height="269" /></a><em>Preços de energia convencional Sudeste negociadas ao longo de fevereiro a abril de 2024 por data e por prazo de entrega. (Fonte: BBCE) </em></p><p style="text-align: justify;">“O mercado gosta de volatilidade, mas acho que cada vez mais precisa de segurança para poder travar as posições. Temos falado que não há abertura do mercado sem segurança que permite termos liquidez, que por sua vez estimula mais liquidez para o mercado”, finalizou.</p><p style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="https://www.canalenergia.com.br/noticias/53308555/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025">CanalEnergia</a></em></p></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025/">Modelo mais sensível acelera volatilidade de preços em 2025</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/modelo-mais-sensivel-acelera-volatilidade-de-precos-em-2025/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Tarifa extra pode voltar e deixar conta de luz mais cara ainda neste semestre</title><link>https://smartenergia.com.br/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre/</link><comments>https://smartenergia.com.br/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre/#respond</comments><pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:32:49 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[ANEEL]]></category><category><![CDATA[Bandeiras]]></category><category><![CDATA[CCEE]]></category><category><![CDATA[Clima]]></category><category><![CDATA[Conta de luz]]></category><category><![CDATA[GSF]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Projeção]]></category><category><![CDATA[Tarifas]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9041</guid><description><![CDATA[<p>As chuvas e, com elas, o aumento dos reservatórios neste verão ajudaram a manter a bandeira verde nas contas de luz nesses meses, o que deixa a fatura mais barata. Crescem, entretanto, as expectativas de que o clima possa mudar em breve, fazendo com que a bandeira amarela e mesmo a vermelha, que adicionam tarifas extras à conta de energia elétrica conforme o nível de insegurança dos reservatórios, possam voltar em breve. “O cenário atualmente... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre/" title="Continue reading Tarifa extra pode voltar e deixar conta de luz mais cara ainda neste semestre">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre/">Tarifa extra pode voltar e deixar conta de luz mais cara ainda neste semestre</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As chuvas e, com elas, o aumento dos reservatórios neste verão ajudaram a manter a bandeira verde nas contas de luz nesses meses, o que deixa a fatura mais barata. Crescem, entretanto, as expectativas de que o clima possa mudar em breve, fazendo com que a bandeira amarela e mesmo a vermelha, que adicionam tarifas extras à conta de energia elétrica conforme o nível de insegurança dos reservatórios, possam voltar em breve.</p><p style="text-align: justify;">“O cenário atualmente precificado, caso as chuvas continuem vindo abaixo do projetado para o sul e sudeste, é de que a partir de maio tenhamos acionamento de bandeira amarela”, escreveram os analistas da XP em um comentário aos clientes. Nas projeções da corretora, o consumidor deve ter que arcar com o os encargos extras na conta de luz por sete meses, de maio até novembro, sendo que, entre julho e outubro, deverá ser acionada a bandeira vermelha 1 ou a 2, ainda mais caras. A bandeira verde, em que nenhuma tarifa adicional é cobrada, só deve voltar em dezembro.</p><p style="text-align: justify;">“Vale dizer também dizer que bandeiras acima da Verde devem ocorrer mesmo com cenário de reservatórios em níveis historicamente satisfatórios, mas deve pesar na equação o GSF (medida de risco que analisa a relação entre a energia produzida e a garantia física de cada usina)”, acrescentou a XP.</p><p style="text-align: justify;">As bandeiras tarifárias são definidas mensalmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de acordo com a necessidade de se acionar as termelétricas ou outras usinas do sistema, que são mais caras, para complementar a geração das hidrelétricas. Os valores atuais das cobranças adicionais são:</p><ul style="text-align: justify;"><li>Bandeira verde: Não há tarifa adicional.</li><li>Bandeira amarela: Acréscimo de R$ 18,85 para cada megawatt-hora (MWh) consumidos;</li><li>Bandeira vermelha – Patamar 1: Acréscimo de R$ 44,63 para cada MWh consumidos</li><li>Bandeira vermelha – Patamar 2: Acréscimo de R$ 78,77 para cada MWh consumidos</li></ul><p style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="https://veja.abril.com.br/economia/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre">Veja</a></em></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre/">Tarifa extra pode voltar e deixar conta de luz mais cara ainda neste semestre</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/tarifa-extra-pode-voltar-e-deixar-conta-de-luz-mais-cara-ainda-neste-semestre/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item><item><title>Calor e falta de chuva: conta de luz deve ter tarifa adicional em maio</title><link>https://smartenergia.com.br/calor-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/</link><comments>https://smartenergia.com.br/calor-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/#respond</comments><pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:16:44 +0000</pubDate><dc:creator><![CDATA[energiasmart]]></dc:creator><category><![CDATA[ANEEL]]></category><category><![CDATA[Bandeiras]]></category><category><![CDATA[CCEE]]></category><category><![CDATA[Clima]]></category><category><![CDATA[Conta de luz]]></category><category><![CDATA[GSF]]></category><category><![CDATA[PLD]]></category><category><![CDATA[Projeção]]></category><guid isPermaLink="false">https://smartenergia.com.br/?p=9037</guid><description><![CDATA[<p>A piora nas expectativas de chuva para os próximos meses, associada à provável manutenção das altas temperaturas, tem feito com que a possibilidade de acionamento da bandeira tarifária amarela apareça mais cedo nos modelos matemáticos de profissionais que acompanham o tema. Especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast aumentaram as apostas de volta da cobrança adicional na conta de luz em maio, o que acrescentaria R$ 18,80 a cada megawatt-hora (MWh). Na sexta-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou... </p><div class="read-more"><a class="excerpt-read-more" href="https://smartenergia.com.br/calor-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/" title="Continue reading Calor e falta de chuva: conta de luz deve ter tarifa adicional em maio">Ver +<i class="fa fa-angle-right"></i></a></div><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/calor-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/">Calor e falta de chuva: conta de luz deve ter tarifa adicional em maio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></description><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A piora nas expectativas de chuva para os próximos meses, associada à provável manutenção das altas temperaturas, tem feito com que a possibilidade de acionamento da bandeira tarifária amarela apareça mais cedo nos modelos matemáticos de profissionais que acompanham o tema. Especialistas consultados pelo <b>Estadão/Broadcast</b> aumentaram as apostas de volta da cobrança adicional na conta de luz em maio, o que acrescentaria R$ 18,80 a cada megawatt-hora (MWh).</p><p style="text-align: justify;">Na sexta-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a bandeira verde para março, sem custo adicional nas contas.</p><p style="text-align: justify;">A Ampere Consultoria avalia que as bandeiras tarifárias devem permanecer verdes até abril, sem cobrança adicional dos consumidores, e amarelas no restante do ano. Segundo o sócio consultor da empresa, Guilherme Ramalho de Oliveira, a perspectiva para o primeiro quadrimestre se deve principalmente às condições do período úmido, que está em andamento, combinadas à tendência de indicador de risco hidrológico (GSF, no jargão setorial) relativamente elevado, incluindo valores que apontam energia secundária nos meses de fevereiro e março.</p><p style="text-align: justify;">“Mas a tendência de degradação do cenário hidrológico e aumento do PLD (preço de energia) deve mudar o cenário a partir de maio, com a adoção da bandeira amarela”, disse Oliveira.</p><p style="text-align: justify;">O gerente de Inteligência de Mercado da Electra Energy, Gabriel Apoena, cita que já se observa a escalada do PLD previsto para março, que deve alcançar média mensal acima dos R$ 300 por megawatt-hora (MWh) no mês que vem, ante valor abaixo dos R$ 100/MWh estimado para fevereiro.</p><p style="text-align: justify;">Os cenários de sensibilidade testados pela Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) também passaram a considerar maior chance de acionamento de bandeira amarela ainda no primeiro semestre. Há um mês, apenas o cenário de mais adversidade de geração elétrica previa bandeira amarela em maio, quadro que seria mantido em junho.</p><h2 style="text-align: justify;"><b>Atualização</b></h2><p style="text-align: justify;">Na mais recente atualização, divulgada na semana passada, o mesmo cenário manteve a bandeira amarela em maio e passou a considerar acionamento de bandeira vermelha patamar 1 em junho. Já em um cenário um pouco mais ameno, que antes considerava bandeira verde em maio e amarela em junho, passou a considerar este acionamento também em maio, escalando para vermelha 1 no mês de junho.</p><p style="text-align: justify;">Relatório recente da XP também cita a perspectiva de acionamento de bandeira amarela a partir de maio, e acrescenta que, a partir de julho, haveria bandeira vermelha 1 ou 2, voltando para amarela apenas em novembro e verde em dezembro, a depender da próxima estação chuvosa.</p><p style="text-align: justify;">Os analistas do banco anteriormente consideravam perspectiva de bandeira verde ao longo de 2025.</p><p style="text-align: justify;">Já a PSR Energy passou a considerar “chance considerável” de acionamento de bandeira amarela a partir de junho. Anteriormente, explica o líder de inteligência de mercado da consultoria, Mateus Cavaliere, as projeções apontavam menor probabilidade de cobrança adicional no primeiro semestre e perspectiva de que isso ocorresse em julho ou agosto. Contudo, começou a pesar a perspectiva de antecipação do fim do período úmido, alterando as expectativas com o enchimento dos reservatórios das hidrelétricas.</p><p style="text-align: justify;">A MCM Consultores Associados também incorporou em suas projeções bandeira amarela a partir de julho, assim permanecendo até novembro e voltando para verde em dezembro.</p><p style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/com-calorao-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/">CNN Brasil</a></em></p><p>The post <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br/calor-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/">Calor e falta de chuva: conta de luz deve ter tarifa adicional em maio</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://smartenergia.com.br">Smart Energia</a>.</p>]]></content:encoded><wfw:commentRss>https://smartenergia.com.br/calor-e-falta-de-chuva-conta-de-luz-deve-ter-tarifa-adicional-em-maio/feed/</wfw:commentRss><slash:comments>0</slash:comments></item></channel></rss>